sábado, 2 de agosto de 2008

O óleo que deita fora pode ser mais perigoso do que imagina


 

Talvez não saiba, mas o óleo alimentar que já não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Em vez de o deitar fora, entregue-o nos restaurantes aderentes para que este seja recolhido. Além de diminuir a poluição do planeta, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Dê, vai ver que não dói nada.

 

 

 

Para participar neste projecto da AMI:

 

- Junte o óleo alimentar que usa na sua cozinha numa garrafa de plástico e entregue-a quando estiver cheia num dos restaurantes aderentes. Os restaurantes estão identificados e a lista completa está disponível aqui;

 

- Distribua folhetos pelos seus colegas. Solicite estes materiais, enviando um e-mail para reciclagem@ami.org.pt;

 

- Divulgue esta informação no seu site ou blog, incluindo o anúncio de rádio ;

 

- Encaminhe este e-mail para os seus colegas.

 

 

 

Press release:

 

Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A partir de dia 15 de Julho, a AMI lança ao público este projecto que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.

 

A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

 

Os cidadãos que queiram entregar os óleos alimentares usados, poderão fazê-lo a partir de agora. Para tal, poderão fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes, que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada no site www.ami.org.pt.

 

Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.

 

Este novo projecto ambiental da AMI permitirá evitar a contaminação das águas residuais, que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, e a deposição do óleo em aterro. Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE). Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.

 

São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. Este valor corresponde ao gasóleo produzido com 60 milhões de litros de petróleo, ou seja, o equivalente a cerca de 0,5% do total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população.

 

Segundo a União Europeia, o futuro do sector energético deverá passar pela redução de 20% das emissões de GEE até 2020, assim como por uma meta de 20% para a utilização de energias renováveis. Refere ainda uma aposta clara na utilização dos biocombustíveis, que deverão representar no mínimo 10% dos combustíveis utilizados.

 

A UE determina ainda que os Estados-Membros deverão assegurar a incorporação de 5,75% de biocombustíveis em toda a gasolina e gasóleo utilizados nos transportes até final de 2010 e o Governo anunciou, em Janeiro de 2007, uma meta de 10% de incorporação de biocombustíveis na gasolina e gasóleo, para 2010.

 

As receitas angariadas pela AMI com a valorização dos óleos alimentares usados serão aplicadas no financiamento das Equipas de Rua que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.

 

Fundação AMI
Rua José do Patrocínio, 49 | 1949-008 Lisboa | Tel. 218 362 100 | Fax 218 362 199
E-Mail: reciclagem@ami.org.pt | Internet: www.ami.org.pt

quarta-feira, 9 de julho de 2008

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Um belo filme e já agora algumas notícias

Olá amiguinh@s,

vi agora um filme que gostei bastante. É acerca da amizade de duas crianças cubanas. Na capa do DVD que tenho aqui em casa diz que este filme venceu o Festival de Cannes. O nome está associado um pouco ao tema do filme. Bem, não me quero por a dizer muito para não vos estragar o prazer de o descobrir. O filme chama-se "Viva Cuba". Se o encontrarem aconselho a ver :)

Entretanto aproveito para dar notícias que ultimamente não tenho escrito nada... Estou muito bem por aqui e a aproveitar os meus últimos dois meses nos EUA, que são verdadeiramente de férias. Já chegou o calor, finalmente!, mas uma semana depois de termos calor por aqui, percebi que ainda não estava contente, algo mais me falta.... percebi que pela primeira vez em 27 anos de vida não vivo a 5 minutos do mar!!! E que diferença que faz! Mas bem, há muitas piscinas (eu é que não lhes ligo muito :P ).

O fim-de-semana passado fui finalmente visitar o Museum of Fine Arts (Museu das Belas Artes) em Boston e vi muitos quadros de Monet (o meu pintor favorito ;) não que perceba muito de arte, mas gosto de todos os quadros que vi dele... e gosto muito de quadros impressionistas), Van Gogh, Renoir, e na volta outros tão conhecidos como estes, mas eu não faço ideia quem eles são :P foi um bom passeio de 4 horas por galerias e galerias de obras de arte gregas, egipcias, romanas, contemporaneas, sei la... um pouco de tudo... dizem que é um dos museus mais importantes do país em termos de arte. Só para vos deleitar os olhos aqui ficam umas fotos.
A chinesa é de Monet e


o homem dos correios e a paisagem de Van Gogh ;)


No final deste mês vou ao Canadá novamente, desta vez a Montreal visitar uma amiga. Depois mando algumas fotos.

Beijinhos a todos! Estamos junt@s!

Vera*

quarta-feira, 18 de junho de 2008

FERIAS: "Poder descansar" - Joseph Ratzinger

TEMPO DE FÉRIAS
Poder descansar (*)


Os discípulos colocaram a Jesus o problema do stress e do descanso.


Os discípulos regressavam da primeira missão, muito entusiasmados com a experiência e com os resultados obtidos. Não paravam de falar sobre os êxitos conseguidos. Com efeito, o movimento era tanto que nem tinham tempo para comer, com muitas pessoas à sua volta.


Talvez esperassem ouvir algum elogio por tanto zelo apostólico. Mas Jesus, em vez disso, convida-os a um lugar deserto, para estarem a sós e descansarem um pouco.


Creio que nos faz bem observar neste acontecimento a humanidade de Jesus. A sua acção não dizia só palavras de grandeza sublime, nem se afadigava ininterruptamente por atender todos os que vinham ao seu encontro.

Consigo imaginar o seu rosto ao pronunciar estas palavras. Enquanto os apóstolos se esforçavam cheios de coragem e importância que até se esqueciam de comer, Jesus tira-os das nuvens. Venham descansar!


Sente-se um humor silencioso, uma ironia amigável, com que Jesus os traz para terra firme. Justamente nesta humanidade de Jesus torna-se visível a divindade, torna-se perceptível como Deus é.


A agitação de qualquer espécie, mesmo a agitação religiosa não condiz com a visão do homem do Novo Testamento. Sempre que pensamos que somos insubstituíveis; sempre que pensamos que o mundo e a Igreja dependem do nosso fazer, sobrestimamo-nos.


Ser capaz de parar é um acto de autêntica humildade e de honradez criativa; reconhecer os nossos limites; dar espaço para respirar e para descansar como é próprio da criatura humana.


Não desejo tecer louvores à preguiça, mas contribuir para a revisão do catálogo de virtudes, tal como se desenvolveu no mundo ocidental, onde trabalhar parece ser a única atitude digna. Olhar, contemplar, o recolhimento, o silêncio parecem inadmissíveis, ou pelo menos precisam de uma explicação. Assim se atrofiam algumas faculdades essenciais do ser humano.


O nosso frenesim à volta dos tempos livres, mostra que é assim. Muitas vezes isso significa apenas uma mudança de palco. Muitos não se sentiriam bem se não se envolvessem de novo num ambiente massificado e agitado, do qual, supostamente, desejavam fugir.


Seria bom para nós, que continuamente vivemos num mundo artificial fabricado por nós, deixar tudo isso e procurarmos o contacto com a natureza em estado puro.


Desejaria mencionar um pequeno acontecimento que João Paulo II contou durante o retiro que pregou para Paulo VI, quando ainda era Cardeal. Falou duma conversa que teve com um cientista, um extraordinário investigador e um excelente homem, que lhe dizia: "Do ponto de vista da ciência, sou um ateu...". Mas o mesmo homem escrevia-lhe depois: "Cada vez que me encontro com a majestade da natureza, com as montanhas, sinto que Ele existe".


Voltamos a afirmar que no mundo artificial fabricado por nós, Deus não aparece. Por isso, temos necessidade de sair da nossa agitação e procurar o ar da criação, para O podermos contactar e nos encontrarmos a nós mesmos.


(*) Card. J. Ratzinger "Esplendor da Glória de Deus" Editorial Franciscana, 2007, pág. 161.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Cataratas do Niagara - o vídeo!


Cataratas do Niagara (eu estive lá!!)

Olá amiguinh@s,

não há muitas palavras que possam descrever as cataratas... Envio algumas fotos para verem em primeira mão.

As cataratas mais pequenas encontram-se do lado americano (as da esquerda na foto em que se vêem as duas). As cataratas maiores ligam os Estados Unidos da América ao Canadá. E pronto! Apreciem!

Muitos beijinhos e saudades,

estamos juntos!!

Vera*

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Why not?... Porque não?

Olá a todos,

neste mês de Maria porque não rezar o terço?

Neste video alguns argumentos... em espanhol e inglês, espero que o possam apreciar tanto como eu.

Beijinhos a todos,

Vera*